Nos últimos anos, o comportamento do consumidor passou por uma mudança clara: possuir já não é tão importante quanto viver.
Em 2026, essa tendência só se consolidou ainda mais. Viagens, experiências culturais e momentos memoráveis estão ultrapassando bens materiais como prioridade de investimento pessoal.
Segundo dados da Mastercard Economics Institute, os gastos globais com experiências, incluindo turismo, eventos e lazer, cresceram acima dos gastos com bens físicos no período pós-pandemia.
A lógica mudou: as pessoas querem memórias, não apenas objetos.
Por que isso está acontecendo?
Alguns fatores explicam esse movimento:
- Busca por equilíbrio e bem-estar
- Valorização do tempo e das relações
- Crescimento do trabalho remoto e flexível
- Influência das redes sociais na cultura de experiências
Além disso, números da Airbnb indicam aumento contínuo na procura por estadias diferenciadas e destinos alternativos, mostrando que não se trata apenas de viajar, mas de viver algo único.
O que isso significa para marcas?
Se o consumidor prioriza experiências, marcas precisam:
- Criar jornadas memoráveis, não apenas produtos
- Investir em storytelling e contexto
- Transformar consumo em vivência
Não importa o setor.
Mesmo empresas que não atuam diretamente com turismo podem aprender com essa lógica: o valor percebido está cada vez mais ligado à emoção e à lembrança.
A economia da experiência está mais forte do que nunca
Em 2026, vender produtos não basta. É preciso entregar significado.
O turismo é apenas o reflexo mais evidente de uma mudança maior:
a ascensão da economia da experiência.
E marcas que entenderem isso sairão na frente.



