Turismo como prioridade de gasto em 2026: por que experiências estão superando bens materiais?

Casal aproveitando uma viagem em destino litorâneo, representando a preferência por experiências e turismo em vez de bens materiais em 2026.

Nos últimos anos, o comportamento do consumidor passou por uma mudança clara: possuir já não é tão importante quanto viver.

 

Em 2026, essa tendência só se consolidou ainda mais. Viagens, experiências culturais e momentos memoráveis estão ultrapassando bens materiais como prioridade de investimento pessoal.

Segundo dados da Mastercard Economics Institute, os gastos globais com experiências, incluindo turismo, eventos e lazer, cresceram acima dos gastos com bens físicos no período pós-pandemia.

A lógica mudou: as pessoas querem memórias, não apenas objetos.

 

Por que isso está acontecendo?

Alguns fatores explicam esse movimento:

  1. Busca por equilíbrio e bem-estar
  2. Valorização do tempo e das relações
  3. Crescimento do trabalho remoto e flexível
  4. Influência das redes sociais na cultura de experiências

Além disso, números da Airbnb indicam aumento contínuo na procura por estadias diferenciadas e destinos alternativos, mostrando que não se trata apenas de viajar, mas de viver algo único.

 

O que isso significa para marcas?

Se o consumidor prioriza experiências, marcas precisam:

  • Criar jornadas memoráveis, não apenas produtos
  • Investir em storytelling e contexto
  • Transformar consumo em vivência

Não importa o setor.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com turismo podem aprender com essa lógica: o valor percebido está cada vez mais ligado à emoção e à lembrança.

 

A economia da experiência está mais forte do que nunca

Em 2026, vender produtos não basta. É preciso entregar significado.

O turismo é apenas o reflexo mais evidente de uma mudança maior:

a ascensão da economia da experiência.

E marcas que entenderem isso sairão na frente.

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